Programação Senac Penha
A programação reúne feiras, exposições, espetáculos, oficinas, vivências, apresentações artísticas, rodas de conversa e cine-debates, valorizando a diversidade cultural brasileira, as tradições populares, as narrativas orais, a arte, a ancestralidade, a tecnologia e as formas contemporâneas de produzir e compartilhar conhecimento. As atividades propõem diálogos entre literatura, música, dança, gastronomia, artes visuais, cultura digital e saberes tradicionais, ampliando as possibilidades de leitura do mundo.
Mais do que incentivar o acesso ao livro, o Senac Penha propõe experiências que fortalecem vínculos comunitários, estimulam a autoria, a criatividade e a troca de experiências. A Semana Senac de Leitura reafirma, assim, o compromisso da instituição com a educação cultural, a inclusão, a pluralidade de vozes e a construção coletiva de sentidos.
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Feira de Troca de Livros da Penha
Na atividade Feira de Troca de Livros, a Equipe da Biblioteca do Senac Penha propõe mais do que a circulação de obras, mas a ativação de encontros entre leitores, histórias e trajetórias. A troca de livros torna-se também troca de experiências e saberes. A ação amplia o acesso à leitura e tensiona a ideia de posse em favor da partilha. Fortalece vínculos comunitários e práticas sustentáveis. A leitura emerge como prática coletiva e social.
Dia e horário: de 27 a 30/4 das 8 às 22 horas
Local: Biblioteca do Senac Penha
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Exposição – Arte e estamparia DOS BRASIS
Na Exposição Arte e estamparia DOS BRASIS, Eduardo Laurino apresenta um conjunto de produções que tensionam e ampliam o olhar sobre as matrizes indígenas e afro-brasileiras. As estampas operam como linguagem visual de memória e identidade. A atividade convida à leitura estética do Brasil em sua pluralidade. Provoca reflexão sobre pertencimento e representação. Um espaço de atravessamentos entre arte, cultura e história.
Dia e horário: de 27 a 30/4 das 8 às 22 horas
Local: Biblioteca do Senac Penha
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📆 27/4 – SEGUNDA-FEIRA
Espetáculo: De repente, Uma história popular das escolas literárias
No espetáculo De repente, Uma história popular das escolas literárias, a Cia Mapinguary constrói uma travessia crítica e lúdica pela formação da literatura brasileira. Inspirado no teatro mambembe e no cordel, o espetáculo desloca a literatura do campo erudito para o território do popular. Articula humor, oralidade e crítica social. Aproxima público e tradição literária. Uma experiência estética, pedagógica e cultural.
Horário: das 10h30 às 12 horas
Local: Auditório do Senac Penha
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Oficina de Escrita Criativa: O Cordel Contemporâneo e a Identidade Local
Na Oficina de Escrita Criativa: O Cordel Contemporâneo e a Identidade Local, Thais Cavalcanti propõe o cordel como ferramenta de leitura e escrita do mundo. A atividade mobiliza rima, métrica e oralidade para transformar vivências em poesia. Reforça a relação entre território, memória e linguagem. Incentiva autoria e expressão crítica. A palavra emerge como prática cultural e política.
Horário: das 19h30 às 21 horas
Local: Biblioteca do Senac Penha
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
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📆 28/4 – TERÇA-FEIRA
Oficina – Ijexá: dança, corpo, ritmo, o Brasil e a palavra.
Na Oficina Ijexá: dança, corpo, ritmo, o Brasil e a palavra, Renã Lino articula corpo, música e ancestralidade como formas de conhecimento. O Ijexá é apresentado como ritmo e como memória cultural afro-brasileira. A experiência ativa o corpo como linguagem e arquivo vivo. Promove consciência cultural e sensibilidade. Um espaço de aprendizagem que atravessa o sensível e o coletivo.
Horário: das 10 às 12 horas
Local: Área externa do Senac Penha
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Visita – Raízes da Vida- Histórias Vivas
Na atividade Raízes da Vida – Histórias Vivas, Samira Burani propõe a escuta como prática de valorização da experiência. O encontro entre gerações possibilita a circulação de memórias e narrativas de vida. A oralidade é reconhecida como forma legítima de conhecimento. Os registros produzidos ampliam a reflexão sobre identidade e pertencimento. Um espaço de troca, afeto e construção coletiva.
Horário: das 9 às 12 horas
Local: Sala 12
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Oficina – Arte que Sopra Saberes: Escultura com Balões e Cultura Popular
Na Oficina Arte que Sopra Saberes, Darthi Alves utiliza o lúdico como estratégia de mediação cultural. A criação de esculturas com balões aproxima os participantes da fauna brasileira e dos imaginários populares. A atividade estimula criatividade, expressão e reconhecimento do território. Articula arte, brincadeira e conhecimento. Um espaço onde o fazer se torna aprendizagem.
Horário: das 9 às 12 horas
Local: Biblioteca do Senac Penha
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Oficina – Raízes do Brasil: sábores, livros e discos
Na Oficina Raízes do Brasil: sabores, livros e discos, Isabel Bonfim, Elvis Campello e Isabel Lima propõem uma articulação entre diferentes linguagens culturais. Literatura, música e alimentação são mobilizadas como formas de leitura do cotidiano. A experiência amplia a percepção sensorial e simbólica da cultura brasileira. Estimula interação e criação. Um espaço de convergência entre saberes.
horário: das 14 às 16 horas
Local: Sala 12
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Quando o Brasil dança: ritmos, raízes e saberes em movimento
Na atividade Quando o Brasil dança, Inajá Tetembuá propõe o corpo como território de memória e expressão cultural. Os ritmos brasileiros são vivenciados como práticas de resistência e identidade. A dança ativa saberes e histórias que atravessam gerações. A experiência articula movimento, cultura e pertencimento. Um encontro entre corpo e ancestralidade.
Horário: das 19h30 às 21 horas
Local: Área externa
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
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📆 29/4 – QUARTA-FEIRA
Oficina – Libras é Cultura Popular
Na Oficina Libras é Cultura Popular, Darthi Alves e seus estudantes apresentam a Libras como linguagem cultural e política. A atividade amplia a compreensão da comunicação para além da oralidade. Ensina sinais relacionados à cultura brasileira. Promove inclusão e reconhecimento da diversidade. A linguagem é compreendida como prática social e cultural.
Horário: das 10 às 11h30
Local: Biblioteca do Senac Penha
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Mãos que criam, raízes que inspiram: oficina de porta – livros
Na atividade Mãos que criam, raízes que inspiram, Náthaly Adamo propõe o fazer manual como prática de leitura e cuidado. A confecção de porta-livros articula criação, funcionalidade e afeto. Os participantes produzem objetos que dialogam com a leitura. A atividade valoriza saberes manuais. Um espaço onde o fazer constrói sentido.
Horário: das 10 às 12 horas
Local: Sala 6
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Oficina – Entre Linhas e Retalhos: leitura e memória no fazer do fuxico
Na Oficina Entre Linhas e Retalhos, Priscila Brito articula leitura e artesanato como práticas culturais. O fuxico é trabalhado como técnica e como memória. A atividade integra escuta, criação e partilha. Valoriza saberes tradicionais e coletivos. Um espaço de construção de vínculos e significados.
Horário: das 14 às 16 horas
Local: Área externa
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Experiência – Chás, curandeira e benzedeiras
Na Experiência Chás, curandeiras e benzedeiras, Maria Carolina Varella mobiliza saberes ancestrais ligados ao cuidado. A roda de conversa promove escuta e troca de experiências. A atividade valoriza práticas tradicionais e espiritualidade. Amplia a compreensão de saúde e cultura. Um espaço de partilha e reconhecimento.
Horário: das 14 às 16 horas
Local: Área Externa
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Apresentação – O cancioneiro das raízes brasileiras
Na Apresentação O cancioneiro das raízes brasileiras, Renã Lino e convidados apresentam a música como forma de narrativa cultural. As canções revelam histórias, afetos e identidades. A atividade convida à escuta sensível e reflexiva. A música é tratada como linguagem de memória. Um encontro entre arte e cultura.
Horário: das 14h30 às 15h30
Local: Auditório
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Contação de histórias: Ubuntu Contos Africanos
Na Contação de histórias Ubuntu Contos Africanos, a Cia Mapinguary mobiliza a oralidade como forma de transmissão de saberes. As narrativas são atravessadas por música e interação. A atividade valoriza a ancestralidade africana. Promove participação e envolvimento do público. Uma experiência cultural sensível e coletiva.
Horário: das 19h30 às 20h30
Local: Auditório
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
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📆 30/4 – QUINTA-FEIRA
Oficina – A cura pelo afeto! Conhecendo a brasileira Nise da Silveira
Na Oficina “A cura pelo afeto”, Carla de Oliveira apresenta a trajetória de Nise da Silveira como referência para práticas de cuidado. A atividade articula conversa e arteterapia. Valoriza o afeto como dimensão central da saúde mental. Promove reflexão sobre relações humanas. Um espaço de escuta e sensibilização.
Horário: das 10 às 12 horas
Local: Área externa
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Apresentação – “Gírias que Matam – Linguagem Popular e Segurança”
Na Apresentação Gírias que Matam, Geraldo Lins propõe uma leitura crítica da linguagem no contexto do trabalho. A atividade evidencia como expressões cotidianas podem impactar comportamentos e segurança. Estimula consciência no uso da linguagem. Relaciona comunicação e prevenção. Um espaço de reflexão aplicada.
Horário: das 10h30 às 12 horas
Local: Biblioteca do Senac Penha
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Experiência – Sopa de letrinhas: palavras e sabores do Brasil
Na Experiência Sopa de letrinhas, Fernanda Suzumura e Elton Galves articulam linguagem e gastronomia. A atividade propõe uma experiência sensorial e lúdica. Os participantes constroem palavras enquanto degustam. Valoriza a cultura alimentar brasileira. Um espaço de aprendizagem e interação.
Horário: das 9 às 11 horas
Local: Sala 12
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
Apresentação – Tecnoliteracia na cultura brasileira
Na Apresentação Tecnoliteracia na cultura brasileira, Soró Linhares, Klaiber Miranda, Valéria Abud e Neide Maschio articulam literatura e tecnologia como campos em constante diálogo e transformação. A atividade mobiliza recursos digitais como dispositivos de criação e mediação da palavra. Amplia as formas de leitura, escrita e produção de sentidos no contemporâneo. Estimula criatividade, experimentação e inovação. Um espaço em que cultura, linguagem e tecnologia se atravessam e se reinventam.
Horário: das 14 às 16 horas
Local: Auditório
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.
CineDebate – A hora da estrela e a representação do Brasil de Macabéa
No CineDebate: A hora da estrela e a representação do Brasil de Macabéa, Emerson da Silva, Brenda da Costa e Aline Cordeiro conduzem a exibição do filme, baseado na obra literária de Clarice Lispector, seguida de debate. A atividade propõe reflexões sobre identidade, invisibilidade social e as múltiplas camadas da personagem Macabéa. Ao articular cinema e literatura, evidencia diferentes formas de leitura do mundo. Um espaço de diálogo crítico, análise sensível e construção coletiva de sentidos.
Horário: das 19h30 às 22 horas
Local: Auditório
Participação por ordem de chegada, sem necessidade de inscrição.